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De quando eu descobri Arrested Development

Muito caricato e engraçado, Arrested Development é uma comédia da vida privada americana no melhor estilo LFV, mas com o triplo de acidez e ironia. Para quem, assim como eu, perdeu as temporadas na TV, vale ir atrás do DVD. Os diálogos são inteligentes, irônicos e com todos os estereótipos possíveis. O casting faz jus: caras, bocas e guarda-roupa apimentam o que o roteiro faria sozinho. O seriado se inspira nos escândalos contábeis que estouraram por aqui lá por 2001, 2002 (a estréia foi em 2003) :  Bluth pai frauda a própria empresa, vai preso e a família - que não gosta nem sabe trabalhar - tem os bens congelados e se vê obrigada a... sobreviver. Quem leu as notícias da época faz a relação inevitável. Quem não acompanhou, não tem problema. Os excêntricos Bluth não decepcionam. Preste atençã...

Obamizeme

Ainda sobre os excelentes marqueteiros do Obama, essa veio do blog da Sabrina : There’s a lot to like about Obama as a candidate for President. The man has gifts; no doubt about it. But the thing that fascinates me most is how hard it is to label him. He’s neither white nor black He’s neither old nor young. He’s not a southerner or northerner because he grew up in Hawaii. He’s not too left or too right. He’s not too Christian, and even has a Muslim name. He’s not an old school politician or a newcomer. He’s not handsome in a standard way, yet he’s attractive. He’s a man, but somehow projects a feminine vibe too. By Scott Adams , o pai do Dilbert.

2008, 2008

Bisbilhotando um pouco nos blogs alheios, qual a minha supresa ao me deparar com o Calvin no blog Patifaria , utilizado com muito mais texto que nessas humildes páginas. Mas a descrição de um final de mês atribulado, quase impossível, me remete a perguntas que assaltam o ser: o que tumultua esse final de fevereiro? Será a lua? Ou o carnaval antecipado, que nos obrigou a começar o ano antes?

Dias e dias

Meus dias se alternam em dias Garfield ou dias Calvin. Nos dias Garfield a preguiça, o gosto pela comida e um certo individualismo na defesa do próprio conforto imperam. Nos dias Calvin, é a vez do mau-humor, da impaciência e de vontade de ir para a frente do espelho gritar. Definitivamente hoje foi um dia Calvin.

Game over

Previsível como sempre e sem perder o encanto de sempre. 5 conclusões sobre o Oscar: 1. Reforçou minha impressão de que No Country for Old Man precisa ser visto, e logo. 2. Finalmente colocou o Javier Bardem no lugar que merece. 3. Me deixou curiosa sobre esse filme da Edith Piaf. 4. Me deixou curiosa sobre a Cate Blanchet interpretando o Bob Dylan. E sobre todos os filmes dos atores indicados a melhor ator. Era um time de peso. 5. Premiou o vestido mais feio do mundo, que escreveu um dos filmes que foi considerado o melhor filme de 2007. Vestido mais feio do mundo também é gente.

A vida imita a arte...

Não consigo ver o Martin Scorsese sem lembrar do personagem que ele dublou na animação Shark Tale . O personagem parece mais com o Scorsese que o Scorsese.

A moment

Criatividade definitivamente mantém a mente sana e jovem. O Robert Boyle, aos 98 anos, deu um banho de lucidez no discurso de Oscar honorário. Lembrei do Sean Penn recebendo o Oscar. O Sean Penn e o Bardem são alguns dos meus must see atores, mas sempre me pergunto como o Sean Penn consegue atuar, é "boemia" demais na veia.