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Day 5 (25/3) - Himeji Castle e Nara

Já tínhamos ficado bem impressionados com o Nijo Castle, o que não nos preparou para o que encontramos em Himeji. Na cidade está o Himeji Castle, o maior dos 12 castelos feudais que ainda podem ser vistos no Japão. O local foi tombado pela UNESCO como patrimônio histórico da humanidade e é impressionante. Caminho até o Himeji Castle O castelo começou a ser construído em 1333, como um forte, e foi ampliado ao longo dos anos, até 1749, pelos clãs de vários shogunatos. As telhas exibem os brasões desses diferentes clãs. A estrutura da construção e sua variedade de detalhes e sofisticações para deixá-lo com uma arquitetura preparada para o conflito são de arrepiar. Vista externa do castelo Desde o local onde a construção foi feita à disposição dos aposentos, labirintos, passagens e aberturas para permitir defesa (buracos, literalmente, por toda a parte superior para permitir uso de armas e, como atitude de defesa, jogar água quente em eventuais " climbers"), a funcionalidade da a...

Day 4 (24/3) – Parte histórica (e turística) de Kyoto

Hoje saímos cedo para visitar alguns locais em Kyoto mesmo e caminhamos muitooo. As distâncias são grandes e como adotamos esse modelo de turismo Supertramp, a caminhada foi pesada. Começamos pelo Kinkaju-ji temple (Golden Pavillion), um templo coberto de ouro construído como vila de repouso pelo shogun Ashikaga Yoshimitsu, em 1397. O templo atual é, na verdade, uma réplica do original, que foi destruído em 1950. O lugar é lindo, breathless. A região toda é repleta de templos e shrines. Caminho que dá acesso ao templo Depois, fomos para o Ryoanji Temple, templo Zen cujo parque também é lindo e a atração principal um pouco surpreendente para nós, meros ocidentais sem grande prática na arte da contemplação: um jardim de pedras de apenas 25 metros, com 15 pedras. Esse jardim diminuto é considerado uma masterpiece do Zen budismo, cuja interpretação é individual e deve vir de uma silenciosa contemplação. Caminhada para o jardim de pedra Enfim, o jardim de pedra Parte interna do jardim, de ...

Day 3 (23/3) - Enfim, Kyoto

Chegamos a Kyoto por volta das 12h. A estação é bem bacana, melhor ainda que a de Tóquio (depois fiquei sabendo que é um dos edifícios mais modernos do Japão), então resolvemos dar uma volta antes de pegar o metrô para o hotel. Por sorte, achamos um concierge do Westin onde ficaríamos, onde pudemos deixar as malas e, depois de almoçar, tomar um shuttle até o hotel. Vídeo da Kyoto Station Kyoto é uma cidade de contrastes: por um lado, é uma das cidades históricas do país, repleta de templos e shrines. Por outro, é um pólo comercial importante, sede de escritórios de várias companhias. De certo modo, essa harmonia entre o passado e o moderno é visível não apenas pela arquitetura e dinâmica da cidade, mas também pelo tipo de pessoas que circulam por ela. Vídeo com vista de Kyoto, entre as montanhas Você vê fácil, no mesmo quarteirão, senhoras vestidas de roupas tradicionais, gueishas se esgueirando em táxis (elas não gostam de fotos ou atenção), business man old school vestidos em ternos ...

Day 3 (23/3) - Partida para Kyoto

Saímos bem cedo do hotel para pegar, enfim, o Shinkansen, mais conhecido como trem bala, para Kyoto. De Tóquio a Kyoto, na versão Hikari do trem, são cerca de três horas de viagem, com paradas em 7 ou 8 estações. Fomos de metrô até a Tóquio Station, estação central de onde tomaríamos o Shinkansen. A viagem passa rápido e, como o dia estava aberto, foi possível ver o Monte Fuji na passagem, entre casas e edifícios (a dica é sentar no lado direito do trem e ficar atento após uns 40 minutos depois de deixar Tóquio). Tóquio Station, plataforma do Shinkansen para Kyoto Parêntese 1: as estações de metrô e trens Metrô, para circular na região metropolitana de Tóquio, linhas regulares de trem, que ligam as principais estações da capital a cidades próximas, e o trem bala, que liga as principais cidades do país, de Norte a Sul, são os principais meios de transporte. Assim, a maioria das estações é, também, um grande centro comercial subterrâneo. Há de tudo: desde quiosques de comida, que vend...

Days 21 e 22/3 - reconhecimento de território em Tóquio

Shibuya, obra perto do prédio da Universidade da ONU Como saímos de Miami às 6h e tínhamos de estar no aeroporto às 4h, pouco dormimos nessa noite. No fim isso muito nos ajudou na adaptação ao fuso. Apesar de exaustos, ficamos acordados até umas 20h e despertamos pelas 6h para o que seria o nosso dia 1 (até aqui, por causa do fuso, perdemos 2 dias: saímos no começo da manhã de quinta e nosso dia 1 já é o sábado). Vista da trilha ao redor do Palácio Imperial Começamos a exploração pela região do Palácio Imperial. Uma trilha cerca o palácio e, como era sábado, estava lotada de gente caminhando ou correndo, andando de bicicleta ou fazendo turismo, como nós. O parque do palácio não é aberto ao público, o que foi um pouco decepcionante, já que não se vê nem sombra dele. O palácio em si só é aberto ao público duas vezes ao ano: no aniversário do Imperador e nas festividades do ano novo, mas isso eu já sabia. Mais perto que o ser humano normal em um dia qualquer pode chegar da propriedade d...